Por volta das 5h30min deste sábado, o plenário teria sido esvaziado a pedido da defesa, pois houve denúncia de que uma pessoa estaria armada. Após revista com detector de metais, os trabalhos foram retomados na leitura do relatório da vereadora Tânia Ferreira, do PT. Depois seguiu o período de manifestação dos vereadores defendendo suas posições.
O relator do caso, Acimar Silva, se absteve de se manifestar na tribuna em função do cargo que exerce. Depois dele, os demais vereadores ocuparam o espaço, argumentando a favor ou contra a cassação da prefeita e do vice.
Entenda o caso
A sessão extraordinária do Plenário da Câmara Municipal de Gravataí, que começou às 9h de sexta-feira, avalia supostos atos de irregularidades praticados pela administração da prefeita. Para que ocorra o impeachment, a oposição precisa do voto de dez dos 14 vereadores. As onze denúncias contra Rita e as duas contra Kingeski são administrativas. Dentre as consideradas mais graves, duas se referem a negociações de dívidas do município contra CEEE e Corsan.