Em função de questões éticas e de sigilo as identidades não podem ser reveladas pelos advogados que tiverem acesso à informação. A suspeita é de que um deles seja o lobista Lair Ferst.
O juiz Loraci Flores de Lima invocou, na decisão, a Lei 12.850/2013, um texto novo referente ao crime organizado, prevendo que a delação possa ser aberta depois de a denúncia ser recebida. Aury Lopes Junior reclamou que durante o comando anterior da ação, por parte da juíza Simone Barbisan Fortes, solicitações para confirmar delação premiada nunca foram aceitas.
A operação Rodin investigou um desvio estimado em R$ 44 milhões no Detran gaúcho, de 2003 a 2007, em meio à gestão Yeda Crusius, que também é ré no processo civil. Recursos destinados ao órgão foram usados em contratos supostamente superfaturados entre a Fatec, ligada à Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), e as empresas sistemistas, subcontratadas para elaborar as provas da carteira de motorista.