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Outro entrave para a decisão de Tarso seria a questão nacional. A possibilidade de candidatura própria do PDT e a intenção do PMDB gaúcho em apoiar a reeleição da presidente Dilma Rousseff poderia ocasionar a divisão de palanques no Estado – ou o distanciamento de Dilma durante a campanha eleitoral do próximo ano.
Apesar de frisar que a limitação de palanque no Estado não seria uma condição, o governador afirmou que a estratégia do partido poderia mudar, dependendo da decisão nacional. “Tem que saber se é um palanque, dois palanques. Se for um, é uma estratégia. Se forem dois palanques, é outra estratégia. Isso tudo temos que pesar para ver quem é o candidato mais adequado”, afirmou Tarso.