O ministro argumentou, ainda, que respondeu a cada acusação, com documentos comprobatórios "que a imprensa solenemente ignorou". "Mesmo rebatida cabalmente, cada acusação era repetida nas notícias dos dias seguintes, como se fossem verdades comprovadas", protestou o ministro na nota.
Rossi atribui as acusações a uma tentativa de "destituição da aliança de apoio à presidente Dilma e ao vice-presidente Michel Temer, passando pelas eleições de São Paulo, onde já perceberam que não mais poderão colocar o PMDB a reboque de seus desígnios".
Por fim, Rossi agradeceu a confiança de Dilma, Temer e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele foi uma indicação de Temer e é o quarto ministro do atual governo a cair. O ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, foi o primeiro, em junho deste ano, após acusações de tráfico de influência. Posteriormente, Alfredo Nascimento, dos Transportes, foi substituído, assim como toda a cúpula do ministério. Nelson Jobim, da Defesa, deixou o governo, em virtude de declarações polêmicas à imprensa sobre outros integrantes da administração federal.