Gomes ressaltou que as despesas, em média, são superiores a R$ 2 milhões por ano. Entre os profissionais mais atingidos, segundo o parlamentar, estão os policiais militares, bombeiros, policiais civis, atendentes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e técnicos do Instituto Geral de Perícias (IGP).
A partir da sanção do governo, as operadoras de telefonia terão tempo para criar mecanismos de interlocução com os serviços emergenciais, que já contam com identificadores de chamadas para facilitar a iniciativa.