Política

Assis defende idoneidade do Instituto Ronaldinho

Administrador da instituição afirma que foram prestadas contas

CPI investiga os convênios entre a instituição Ronaldinho Gaúcho e a Prefeitura de Porto Alegre
CPI investiga os convênios entre a instituição Ronaldinho Gaúcho e a Prefeitura de Porto Alegre Foto : Pedro Revillion / CP
O responsável pela administração do Instituto Ronaldinho Gaúcho, Roberto de Assis Moreira, iniciou sua fala na CPI que investiga os convênios entre a instituição e a Prefeitura de Porto Alegre lendo um texto preparado pela defesa. Ele destacou que, durante a vigência dos convênios, foram prestadas contas regularmente, respeitando as disposições.

Questionado sobre as atividades do Instituto Nacional América, que executou o projeto Jogos Gaúchos de Verão, Assis destacou que os vídeos apresentados no começo da sessão comprovam a efetividade do trabalho do instituto. Segundo o empresário, centenas de crianças foram atendidas diariamente e nos finais de semana pelos Jogos de Verão. "Se houve licitação e o trabalho foi concluído, só posso dizer que o trabalho foi feito", afirmou.

Assis ressaltou que o projeto procurou cumprir à risca as determinações sobre terceirizações, prestando esclarecimentos à prefeitura. Ele disse que a entidade era mantida com recursos da prefeitura e próprios, dele e de Ronaldinho Gaúcho, e que as secretarias municipais de Governança e de Educação eram responsáveis pela fiscalização dos recursos, conforme ele.

A entidade não tinha fins lucrativos e o principal objetivo do instituto era ajudar as crianças de comunidades carentes, segundo Assis. "Era o sonho da nossa família", falou. Ele afirma que o convênio foi finalizado após um descontentamento em razão de a família estar pagando pelos serviços de transporte, segurança e manutenção dos projetos oferecidos a crianças das escolas da Capital.

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