Por falta de quórum, a votação do requerimento foi interrompida, na última sessão plenária, em 25 de maio, deixando mais de 120 mil professores e servidores de escola sem o reajuste na folha de maio. Na quinta-feira passada, a Secretaria da Fazenda confirmou que se o aumento for aprovado pela Assembleia, o pagamento ocorre quatro dias depois que o Piratini publicar um decreto autorizando uma folha suplementar.
Também pode ir a plenário a proposta de emenda à Constituição vinculando 479 funcionários da Fundação Riograndense de Gastroenterologia (Fugast) aos quadros da saúde estadual em cargos em extinção. Os trabalhadores foram obrigados, por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), a deixar os órgãos públicos em que atuavam em 8 de março. O contrato da fundação com o Estado era questionado pelo Ministério Público desde a década de 1990. O Hospital Presidente Vargas e o Instituto Psiquiátrico São Pedro foram os que mais sentiram as demissões por conta da falta histórica de servidores.
Outros três projetos do Executivo, um do Judiciário e quatro de parlamentares podem ser votados. Embora as matérias estejam em condições de serem apreciadas, a decisão sobre quais irão a plenário só vai ser tomada, no fim da manhã, durante a reunião de líderes, na sala da Presidência.
Fim da greve do Simpa
Nesta segunda-feira, os servidores municipários de Porto Alegreconcordaram em encerrar a paralisação da categoria – que afetava também escolas do município e já durava uma semana – ao concordarem com o índice de 8,16% de aumento.