Bolsonaro rebate fala de Lula: "Acho que bebida é proibida na cadeia"
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Bolsonaro rebate fala de Lula: "Acho que bebida é proibida na cadeia"

Ex-presidente petista afirmou que Brasil é governado por um "bando de maluco"

Por
R7

Jair Bolsonaro visitou, na manhã deste sábado, a menina Yasmin, na Estrutural, região pobre do Distrito Federal

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Jair Bolsonaro visitou, na manhã deste sábado (27), a menina Yasmin, na Estrutural, região pobre do Distrito Federal. A garota apareceu em um vídeo dando uma negativa ao presidente.

O fato foi usado equivocamente por parte da imprensa e pela oposição para dizer que a menina tinha se negado a cumprimentá-lo. No entanto, como é flamenguista, a menina respondeu negativamente a Bolsonaro quando perguntada se era palmeirense.

Bolsonaro aproveitou a ocasião para rebater a fala do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de que o Brasil é governado, atualmente, por um “bando de maluco”. Lula deu a declaração, ontem, em entrevista na carceragem da PF (Polícia Federal), em Curitiba, aos jornais Folha de S.Paulo e El País.

Em entrevista à Record TV, Bolsonaro foi irônico: “Acho que bebida é proibida na cadeia”. Em seguida, afirmou que “os ministros dele (de Lula) estão presos, estão respondendo a processos”.

 

“O Brasil regrediu muito naquele tempo, então chega de demagogia, chega de populismo. Aqui é responsabilidade. A gente pode bater ficha, como dizíamos quando eu era moleque: a gente tem o nosso ministério e eles tiveram o deles. Vieram qualificação, profissionalismo, patriotismo e a vontade de acertar e não fazer comparação por aí”, acrescentou.

O presidente disse ainda que, depois dos primeiros meses no comando do país, são “110 dias sem qualquer acusação daquilo que o Lula e seus ministros faziam no passado”.

“Nós temos respeito ao povo e à coisa pública, estamos cortando, fazendo aquilo que falamos durante a campanha. A população tem gostado disso: aonde eu vou sou muito bem tratado. Agora, lamento realmente os 12 ou 13 anos que tivemos aí do PT, uma desgraça, um sofrimento. Ainda sofremos com as consequências até hoje e lutamos permanentemente para mudar o destino do Brasil”, finalizou.