Segundo a presidente, Borges terá, a partir de agora, a “desafiadora missão” de “transformar o Brasil em um país moderno e eficiente, mais competitivo, cada vez mais justo e desenvolvido”. Ela falou dos desafios na manutenção e duplicação de rodovias e da ampliação da malha ferroviária do país.
Dilma disse que o Brasil nunca teve um “surto ferroviário”, a exemplo de países como os Estados Unidos, a Inglaterra e a Índia, que tiveram seu desenvolvimento baseado na expansão de ferrovias. “Um país que tem uma vocação para produzir minério, para produzir, consumir e exportar grãos, é um país que precisa de uma estrutura ferroviária que corte de Norte a Sul, de Leste a Oeste.”
Dilma indica Passos a ANTT
Durante a posse de Borges, Dilma disse que encaminhará ao Senado a indicação do nome de Paulo Sérgio Passos, que deixa o cargo de ministro, para ocupar a diretoria-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). “Quero agradecer a Paulo Sérgio Passos, a sua dedicação, sua competência e sua seriedade. Ele continuará conosco. Envio hoje ao Senado (a indicação com) o nome dele para integrar a diretoria da ANTT”, disse Dilma.
O governo anunciou na última segunda-feira que César Borges, ex-governador da Bahia e ex-senador, seria o novo ministro dos Transportes, substituindo Paulo Sérgio Passos. Apesar de ser ligado ao PR, Passos é do quadro técnico e não era considerado uma indicação política do partido. Para assumir o ministério, Borges, 64 anos, deixou a vice-presidência de Governo do Banco do Brasil, cargo que ocupava desde maio do ano passado.