Política

Brasil declara apoio oficial à reeleição de Ban Ki-moon para segundo mandato na ONU

Presidente Dilma Rousseff reivindicou maior participação dos países em desenvolvimento

A presidente Dilma Rousseff manifestou, na quinta-feira, o apoio oficial do Brasil à reeleição do secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, informou a presidência em Brasília. Ban Ki-moon fez, no Brasil, a última de uma série de visitas a países sul-americanos, que incluiu Colômbia, Argentina e Uruguai. O secretário se reuniu com Dilma na tarde de quinta, quando ambos debateram sobre a agenda internacional, as forças de paz lideradas pelo Brasil no Haiti e a conferência sobre o desenvolvimento sustentável da ONU que será celebrada no Brasil no ano que vem.

"A presidente Dilma reivindicou uma maior participação dos países em desenvolvimento nos organismos da ONU", disse a Secretaria de Imprensa da Presidência. O Brasil aspira a um posto permanente no Conselho de Segurança, caso o organismo seja reformado.

Fontes diplomáticas em Nova York informaram que o Conselho de Segurança da ONU deve proclamar seu respaldo a um segundo mandato de Ban Ki-moon e sua reeleição poderá ser formalizada na próxima semana. O sul-coreano já conta com o apoio dos cinco membros permanentes do Conselho: Rússia, que também confirmou seu apoio na quinta, Estados Unidos, China, França e Grã-Bretanha, assim como a União Europeia.

Ban Ki-moon, de 66 anos, é secretário-geral da ONU desde primeiro de janeiro de 2007 e seu mandato termina no próximo dia 3 de dezembro.

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