Outro acordo similar foi assinado pelo ministro Figueiredo, também nesta quarta, com o chanceler uruguaio, Luis Almagro. "Isso é um passo adiante na política de ratificação e de aprofundamento dos direitos humanos, não apenas em nível nacional, mas em nível regional", disse Timerman à imprensa.
O chanceler argentino explicou que se trata de "um acordo de intercâmbio de informação existente nos arquivos oficiais e de busca de novos dados sobre as violações (aos direitos humanos) que aconteceram no Brasil e na Argentina, quando estávamos no período ditatorial".