A proposta de reestruturação administrativa foi encaminhada pelo Executivo a pedido do prefeito eleito Nelson Marchezan Júnior. Os servidores municipais permaneceram em vigília no plenário até que o projeto fosse retomado.
Os vereadores ainda vão avaliar 14 emendas. Das 23 que foram apresentadas, duas foram para votação, cinco foram retiradas e duas ficaram prejudicadas. Os servidores municipais contestam a criação do projeto sem consulta prévia com a sociedade ou mesmo com os profissionais das autarquias que devem ser extintas.
Servidores municipais permanecem concentrados nas galerias. @correio_dopovo pic.twitter.com/OjmCbIbbr9
— Jézica Bruno (@bjezica) December 22, 2016
A proposta prevê a criação de secretarias como Desenvolvimento Social (SMDS), Desenvolvimento Econômico (SMDE), Sustentabilidade (SMSu) e de Serviços Urbanos (SMSUrb). Além disso, extingue outras como de Direitos Humanos (SMDH), Esportes, Recreação e Lazer (SME), Acessibilidade e Inclusão Social (SMACIS) e Meio Ambiente (Smam). “Não podemos concordar com um projeto que foi criado baseado em uma consultoria”, afirmou o diretor geral do Simpa Alberto Terres.
Prefeitura é proibida de parcelar salários
Ainda durante a tarde, os vereadores aprovaram o projeto de lei que proíbe o pagamento parcelado de salários de funcionários ativos e inativos da administração municipal.A proposta é de autoria dos vereadores Fernanda Melchionna e Professor Alex Fraga, ambos do PSol.