De acordo com o presidente da Câmara, vereador Nadir Rocha (PMDB), após dois anos de investigação, foram concluídos o processo administrativo e a auditoria contábil sobre o caso. O tesoureiro e o contador da Casa, que já haviam sido afastados, mas ainda recebiam salário, foram demitidos porque, segundo ele, há documentos suficientes comprovando crimes de improbidade administrativa no período entre 2004 e 2010.
“Cassamos a prefeita de Gravataí e agora fizemos nossa parte na Câmara de Vereadores. Espero que nunca mais aconteçam essas situações”, disse o presidente, ao fazer referência à petista Rita Sanco, a quem fazia oposição.
A denúncia foi encaminhada ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas do Estado. Por enquanto, os cargos seguem sendo ocupados por profissionais chamados a partir de contratação emergencial, mas até o fim do ano um concurso público deve ser realizado para suprir as duas vagas e outras existentes.