Os contratos firmados com entidades privadas para gerir o Programa ProJovem, a contratação sem licitação de uma empresa de sonorização e o repasse de R$ 530 mil à Associação de Moradores da Vila Tronco para a coordenação do Projeto Quilombos da Juventude serão alvo das investigações.
O presidente da CPI, vereador Luiz Braz, acredita que o processo não deve continuar durante esse período de recesso - de 3 de janeiro e vai até 1º de fevereiro. O Ministério Público, que investiga irregularidades na secretaria, também está em recesso, o que prejudicaria o trabalho de apuração.