A CPI sobre a Invasão da Câmara Municipal de Porto Alegre aprovou na semana passada o plano de trabalho proposto pelo relator, vereador Márcio Bins Ely (PDT). O plano consiste de uma proposta de metodologia para investigar “11 ações criminosas, ofensivas e/ou delituosas desenvolvidas e pré-constatadas” no período da invasão da Câmara por manifestantes: ofensa à liberdade de expressão; danos ao patrimônio público; ofensa a credos e religiões; ofensa à moral pública e aos bons costumes; subtração de bens móveis; facilitação ao tráfico e ao consumo de drogas; vandalismo e atentados às liberdades democráticas; ofensa ao direito de trabalhar; ameaça e lesão corporal; exploração vil de menores, e formação de quadrilha.
Bins Ely também sugeriu outros elementos que vão compor a atividade da CPI: análise financeira e dimensão do prejuízo ao erário decorrente da invasão; repercussão política e social da invasão; propostas para conter que a situação se repita; visita a órgãos e autoridades públicas; e oitiva de autoridades em diversos assuntos.
Participaram da reunião de hoje os vereadores Márcio Bins Ely (PDT), Sofia Cavedon (PT), Waldir Canal (PRB), Luiza Neves (PDT), Alceu Brasinha (PTB), Paulinho Motorista (PSB), Tarciso Flecha Negra (PSD), João Carlos Nedel (PP) e Valter Nagelstein (PMDB). A CPI é presidida pelo vereador Reginaldo Pujol (DEM), a CPI definiu.