A primeira medida de Jaqueline desde que o caso veio à tona foi pedir uma licença médica de cinco dias, que venceu no dia 21 de março. Na quinta-feira passada, assessores da parlamentar tentaram protocolar um novo pedido de licença. A justificativa era de problemas emocionais. A deputada teria, inclusive, perdido três quilos nas últimas semanas. O pedido, no entanto, sequer chegou a ser protocolado, porque não havia prazo para a licença, norma exigida pela Câmara.
A assessoria da deputada informou que será protocolada nesta tarde a defesa de Jaqueline Roriz na investigação preliminar em andamento na Corregedoria da Casa. O corregedor, Eduardo da Fonte (PP-PE), aguarda apenas a defesa para formular seu parecer sobre o caso. Fonte vai pedir que esta investigação seja encaminhada pela Mesa Diretora ao Conselho de Ética, onde a deputada já responde a processo devido à representação apresentada pelo PSOL.