A redução de secretarias pode levar a uma redução, ainda não garantida, no número de Cargos em Confiança (CC’s), vagas preenchidas por indicação política. Hoje, Marchezan estimou um prazo de dois meses para fazer essa definição. Uma emenda em votação, porém, estabelece que o corte de CCs e FGs seja de pelo menos 30%, em até quatro meses. Até o momento, a Câmara aprovou apenas uma emenda: a que suprime do projeto de reforma um dispositivo que permitia a Marchezan aplicar decretos sobre o agrupamento de órgãos do Poder Executivo. Na prática, fica mantida a obrigatoriedade de que a Câmara analise os pedidos antes.
O projeto de fusão e extinção de secretárias, proposto pela gestão que assume em 2017, chegou a ser levado ao Plenário da Câmara, na semana retrasada. Entretanto, não houve quórum suficiente para votação. Entre os partidos que inviabilizaram a votação está o PTB, uma das principais siglas aliadas de Marchezan.
A gestão de Marchezan propõe extinguir 16 secretarias e criar nove no lugar, restando 15, no total, no primeiro escalão.
Confusão na Câmara. Quem ficou de fora quer entrar @RdGuaibaOficial pic.twitter.com/vT3thuchFP — Bibiana Dihl (@bibianadihl) January 2, 2017