"O depoimento coincide com o objeto da ação penal que ele responde e não é bom antecipar suas declarações", disse a advogada Dora Cavalcanti, que faz parte da equipe do defensor de Cachoeira, o ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos. A avaliação da defesa é que, se der declarações ao Conselho, Cachoeira pode produzir provas contra si. O depoimento ao Conselho não é obrigatório. Trata-se de um convite.
No seu depoimento à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI), marcado para a tarde desta terça-feira, Cachoeira não deve responder a nenhuma pergunta, por orientação de seus advogados.