Para Araújo, a morte de Leonel Brizola, em junho de 2004, ainda surte efeito na sigla, que busca se reencontrar. Para superar o que chama de crise, o ex-deputado defende que os pedetistas tenham paciência e disposição.
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“Sempre que um líder de um partido morre, o partido sofre uma crise. Demora tempo a se ajustar. O PDT está vivendo esta fase de ajustamento, de reencontro de seu caminho. Com percalços, com dificuldades, que são naturais pela perda de seu grande líder. Temos que ter paciência e também muita disposição de luta”, afirmou o ex-marido da atual presidente da República, Dilma Rousseff.
Carlos Araújo comentou ainda a pré-candidatura de Lasier Martins ao Senado pelo PDT. Araújo afirmou que não sabe exatamente quais as posições políticas do jornalista, afirmando que a postura dele na televisão tendia para a centro-direita.
“O Lasier é um homem de posições políticas que a gente não sabe direito quais são. Na sua postura na televisão, era sempre mais de centro-direita. Hoje eu não sei como ele está se comportando. Mas de qualquer forma o partido decidiu que ele é o candidato, vamos apoiá-lo”.
Carlos Araújo deixou o PDT em 2000, junto com Dilma Rousseff e outras lideranças como Sereno Chaise, só retornando em 2013. Naquela oportunidade, Alceu Collares disputou o segundo turno das eleições municipais à Prefeitura da Capital, perdendo para Tarso Genro (PT).