As bancadas de oposição na Câmara de Vereadores tentam desde 2010 investigar os contratos da prefeitura com o Instituto Sollus, que administrou durante dois anos o Programa Saúde da Família, do Governo Federal, na Capital gaúcha. De acordo com investigações da Polícia Federal do Rio Grande do Sul, houve fraudes na execução do programa, que teria resultado no desvio de quase R$ 10 milhões dos cofres públicos.
CCJ inviabiliza CPI da Saúde na Câmara de Porto Alegre
Assinaturas de ex-vereadores não tem validade, sustentou comissão
Foi aprovado nesta quinta-feira na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara de Vereadores de Porto Alegre o parecer do vereador Reginaldo Pujol (Dem) considerando inconstitucional as assinaturas dos ex-vereadores Juliana Brizola (PDT) e Aldacir Oliboni (PT) no requerimento para instalação da CPI da Saúde na Câmara de Porto Alegre. A decisão desta quinta-feira inviabiliza a criação da comissão. A pedetista e o petista assumiram vagas na Assembleia Legislativa do Estado e por isso as assinaturas deles requerendo a CPI não têm validade, sustentou Pujol.
As bancadas de oposição na Câmara de Vereadores tentam desde 2010 investigar os contratos da prefeitura com o Instituto Sollus, que administrou durante dois anos o Programa Saúde da Família, do Governo Federal, na Capital gaúcha. De acordo com investigações da Polícia Federal do Rio Grande do Sul, houve fraudes na execução do programa, que teria resultado no desvio de quase R$ 10 milhões dos cofres públicos.
As bancadas de oposição na Câmara de Vereadores tentam desde 2010 investigar os contratos da prefeitura com o Instituto Sollus, que administrou durante dois anos o Programa Saúde da Família, do Governo Federal, na Capital gaúcha. De acordo com investigações da Polícia Federal do Rio Grande do Sul, houve fraudes na execução do programa, que teria resultado no desvio de quase R$ 10 milhões dos cofres públicos.