Segundo apurações da Policia Federal (PF), a Delta integra rede criminosa montada pelo empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. Os relatórios da PF indicam que os diretores da construtora recebiam informações privilegiadas sobre licitações públicas e, em troca, faziam pagamentos a empresas fantasma de Cachoeira.
A CGU informou, por meio de nota, que o ministro-chefe Jorge Hage negou o pedido para aumentar o prazo alegando que a solicitação da empreiteira tem "clara intenção protelatória". Segundo a nota, a empresa já havia conseguido dilatar o prazo anteriormente e recebeu cópia integral do processo nos formatos físico e eletrônico.