Descontente com o ocorrido, o coordenador de campanha da Frente Popular, Gerson Almeida, afirmou que estava acordado com a prefeitura, partidos políticos e Justiça Eleitoral que os chafarizes não seriam ligados durante a realização dos comícios. Por esse motivo, ele pede que a prefeitura tome as medidas cabíveis para que a situação não ocorra novamente. "Molhou, estragou material de campanha de divulgação, estamos incomodados”, salientou.
O coordenador do projeto Viva o Centro, Glênio Bohrer, também responsável pelas obras de revitalização do Largo Glênio Peres, lamentou o fato e admitiu que os jatos não deveriam ter sido acionados. No entanto, ressaltou que, possivelmente, eles foram ligados de forma manual, já que o sistema não estava programado, justamente para respeitar o acordo. “ Foi um absurdo, só pode ter sido sabotagem, não vejo outra explicação. Não poderia ocorrer, ainda mais em um comício do PT”, avaliou.