O secretário chefe da Casa Civil, Otomar Vivian, admitiu nesta sexta-feira discutir os reajustes e concessão de abono aos servidores estaduais com as categorias insatisfeitas com a proposta anunciada na quinta-feira pela governadora Yeda Crusius. As reuniões poderão ocorrer a partir da próxima semana.
A presidente do Cpers, Rejane Oliveira, disse, no entanto, que o magistério mantém a assembleia, no dia 20 deste mês, para avaliar o pacote. Os policiais civis também pretendem realizar assembleia para votar possível indicativo de greve. A categoria alega que desde 2005 não recebe reajuste e defende isonomia da reposição de 24 por cento concedida aos delegados.
O plano de valorização do serviço público anunciado pela governadora Yeda Crusius contempla servidores da Brigada Militar e professores do Estado. Se aprovado pela Assembleia Legislativa, os Policiais Militares em início de carreira passarão a receber, a partir de 2010, aumento de 20% nos salários. De acordo com a governadora, nenhum policial receberá menos de R$ 1,2 mil. Atualmente, os policiais que ingressam na carreira têm um salário de R$ 1 mil. Já o magistério, a partir da aprovação do projeto, receberá um piso de R$ 1,5 mil e ganhará 14º salário por mérito.
Chefe da Casa Civil admite discutir pacote de reajustes com servidores
Cpers mantém assembleia no dia 20