O promotor que denunciou o caso, Ederson Luciano Maia Vieira, destaca que uma carta publicada na imprensa da cidade funcionava como propaganda favorável ao pré-candidato da chapa. O promotor lembra ainda que, caso Zanella Filho ingresse com recurso e seja condenado em segunda instância, ficará inelegível por oito anos.
As multas eleitorais por propaganda antecipada variam de R$ 5 mil a R$ 25 mil, dependendo de fatores como o conteúdo do material, repercussão e proximidade das eleições.