Entre as matérias consideradas essenciais aos planos do Executivo — e que devem ter prioridade na volta dos trabalhos no Legislativo —, está a que trata das concessões de rodovias e facilitação das Parcerias Público-Privadas, uma das principais apostas do Piratini para garantir investimentos que, segundo o governo, não podem ser bancados por falta de recursos próprios. Com estas pautas e com a obstrução política à análise e aprovação das propostas de recomposição salarial, é certo que os deputados ficarão novamente sob marcação cerrada de sindicatos de servidores do Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública, Tribunal de Contas e da própria Assembleia.
A expectativa, que acabou frustrada por articulação política do governo, era a de aprovação em 2015 dos projetos de reajustes salariais, que preveem retroatividade a julho, com exceção da Assembleia, que não estabeleceu a medida em sua proposta.