De acordo com a Seebla, o episódio foi relatado à ouvidoria da Petrobras. O número de protocolo da denúncia, segundo a empresa, é 03.730. Além da denúncia oficial, a empresa também diz que relatou o episódio ao gerente executivo da Petrobras, José Antonio Figueiredo. Conforme o jornal, a Petrobras respondeu que "desconhece" qualquer conversa entre concorrentes antes da licitação.
A licitação teria fechado num contrato de R$ 300 milhões, que deve substituir outro de "serviços emergenciais", que já teria rendido R$ 57 milhões para a empresa do senador. A oposição pediu que seja investigado o caso pela Polícia Federal e pela Procuradoria-Geral da República (PGR).