A Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe) explica que o prazo se dá pela adequação do ambiente para alocação dos presos. “Teremos que fazer as vistorias para saber se a construção está em perfeitas condições e colocar equipamentos nas celas”, sustenta o superintendente Gelson Treisleben. A capacidade da primeira unidade deve ser de 393 detentos, parte deles proveniente do Presídio Central.
O conjunto prisional ainda prevê outras três unidades para o sistema fechado que devem ser contratadas em regime emergencial apesar da contestação do Ministério Público de Contas (MPC). A Procuradoria-Geral do Estado (PGM) examina a liberação dos contratos com a empresa Verdi Construções, que monta presídios pré-moldados. Triesleben projeta que ainda neste ano seja possível iniciar as obras. “Já existe orçamento garantido e penso que até outubro seja dado o início da obra”, acrescentou.
Já para a construção de uma penitenciária do regime aberto, até agora não houve nenhum interessado, em duas licitações realizadas. Um terceiro processo licitatório deve ser lançado até setembro.