O texto principal foi aprovado pelos deputados e sancionado pela Presidenta Dilma Rousseff,em outubro, com o veto. A parte vetada pela presidenta criava uma carreira médica específica para os participantes estrangeiros do programa, assim que ele acabasse. Na avaliação do governo, o parágrafo restringia o acesso a essa carreira apenas aos médicos estrangeiros, medida que não encontra amparo na Constituição por falta de regulamentação específica.
A partir da promulgação da Emenda à Constituição 76, que extinguiu o voto secreto nas votações em processos de cassação de parlamentares e no exame de vetos presidenciais, deputados e senadores votarão diretamente no painel eletrônico do plenário da Câmara. O resultado será divulgado ao final de cada votação.
Com a mudança, a votação será realizada diretamente no painel eletrônico. Não haverá mais apuração manual, que era feita pela Secretaria Especial de Informática do Senado (Prodasen) e geralmente era concluída na madrugada.
No caso do veto aos Mais Médicos, os deputados votaram primeiro. Caso rejeitassem o veto, seria a vez dos senadores. Como o veto foi mantido, não houve necessidade de os senadores votarem.
Além do veto ao Artigo 1º do Projeto de Lei do Mais médicos, os parlamentares analisaram dois vetos da presidentea Dilma Rousseff.