O pré-candidato ao governo do Estado pelo PMDB, José Fogaça, que deixou a prefeitura da Capital nesta segunda-feira, disse que é preciso haver controle de finanças e condições políticas harmônicas no Rio Grande do Sul para que seja possível implementar projetos. “O que fizemos aqui em Porto Alegre foi arrumar a casa. Isso levou algum tempo e não foi fácil”, disse. Ele esteve no programa da TV Record Balanço Geral e respondeu a perguntas dos telespectadores.
Uma delas questionava o que o levou a renunciar ao governo municipal. Fogaça respondeu que foi uma decisão coletiva da sigla. “Houve um debate interno no meu partido, o PMDB, que culminou em uma grande reunião de 33 coordenadorias que optaram por esse caminho”, explicou.
Sobre a Capital, Fogaça foi questionado a respeito do Programa Socioambiental, que tem o objetivo de despoluir o Guaíba: “É o programa mais ambicioso e vai fazer em 5 anos o que a cidade não pôde fazer em 80 anos”.
A produção do programa recebeu mais de 200 mensagens com perguntas sobre o município. Os constantes incêndios na vila Chocolatão foram tema de uma delas. Fogaça disse que, até o final do ano, as famílias que moram na região serão transferidas para um conjunto com 181 casas na avenida Protásio Alves.
Entre outros assuntos, abordou a situação de outra vila da Capital, a Dique. Um telespectador demonstrou preocupação quanto a oportunidade de emprego para os moradores que estão sendo levados para o bairro Porto Seco. Fogaça disse que no local está sendo construído um centro de reciclagem e cursos de capacitação serão oferecidos aos moradores.
Controle das finanças e harmonia política devem ser os pilares da campanha de Fogaça
Pré-candidato ao governo do Estado esteve no programa Balanço Geral da TV Record