Política

Correção: Casa Civil cria comissão para investigar denúncias

Erenice Guerra não será incluída por não ser servidora pública

A ex-ministra Erenice Guerra não será investigada pela comissão criada pela Casa Civil, ao contrário do que foi publicado na matéria sob o título Casa Civil cria comissão para investigar Erenice Guerra,  por não ser servidora pública.

A informação inicial foi divulgada pela Agência Brasil, que corrigiu o erro na noite desta sexta-feira.

Leia a matéria corrigida abaixo.

O ministro interino da Casa Civil, Carlos Eduardo Esteves Lima, assinou nesta sexta-feira, em seu primeiro dia no cargo, portaria que cria uma comissão de sindicância para investigar as denúncias publicadas pela revista Veja e pelo jornal Folha de S.Paulo. A comissão terá 30 dias para concluir os trabalhos.

A comissão vai “apurar os fatos relacionados a servidores públicos desta Casa Civil narrados na matéria de capa da edição nº 2182 da revista Veja, e na edição nº 29.751 do jornal Folha de S.Paulo”, diz a nota.

No último final de semana, a revista Veja denunciou o filho da ex-ministra da Casa Civil Erenice Guerra, Israel Guerra, por usar a influência da mãe para cobrar propina em negociações entre empresas privadas e o governo. Ontem, o jornal Folha de S. Paulo publicou nova denúncias contra Israel Guerra.

De acordo com o jornal, o filho da ex-ministra teria intermediado uma tentativa de negócio da empresa EDRB, de Campinas (SP), e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), cobrando uma “taxa de êxito” caso o negócio se concretizasse.

O ex-assessor da Secretaria Executiva da Casa Civil Vinícius de Oliveira Castro, também apontado em reportagens como integrante do suposto esquema de lobby no governo Federal. Depois das denúncias, tanto Erenice quanto Vinícius deixaram o governo esta semana.

Bookmark and Share