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O parecer segue agora para o Conselho de Ética e será apensado ao processo que ela já responde. Eduardo da Fonte disse que analisou também a denúncia de mau uso de verba parlamentar pela deputada. Ela é acusada de usar dinheiro da verba indenizatória para pagar o aluguel de uma sala comercial de seu marido.
Além disso, o parlamentar evitou comentar as declaração do deputado Mauro Lopes (PMDB-MG), que defendeu Jaqueline na reunião de ontem do conselho. Para Lopes, o crime ocorreu antes da eleição de Jaqueline Roriz à Câmara dos Deputados e, por isso, o conselho não teria competência para julgá-la.