Já dura mais de uma hora a reunião fechada da CPI da Corrupção no plenarinho da Assembleia Legislativa. Sem quorum para votar requerimentos, a presidenta da Comissão, Stela Farias, determinou que as provas sigilosas fossem apreciadas no encontro reservado a parlamentares e assessores.
Conforme a oposição, os áudios ampliam o leque de participação na Operação Solidária da base de agentes políticos do deputado federal Eliseu Padilha, do PMDB.
Os deputados governistas Nélson Marchezan, do PSDB, e Luiz Augusto Lara, do PTB, que não fazem parte da CPI, apareceram de última hora para acompanhar a divulgação das interceptações telefônicas.
CPI da Corrupção analisa provas sigilosas
Dois deputados governistas, que não fazem parte da CPI, apareceram de última hora para acompanhar a divulgação das interceptações telefônicas.