Os trabalhos devem ser suspensos até o dia 3 de janeiro. Os vereadores ainda aprovaram uma visita ao Ministério Público Federal (MPF), que investigou denúncias contra a Pasta, e definiram que a CPI não vai funcionar durante o mês de janeiro, sobretudo em função do recesso no MPF.
Já o petista Carlos Comasseto encaminhou, em nome da oposição, um requerimento questionando a composição da Comissão. Segundo Braz, o documento deve ser analisado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
A CPI deve investigar os contratos firmados com as entidades privadas para gerir o Programa ProJovem, a contratação sem licitação de uma empresa de sonorização e o repasse de R$ 530 mil à Associação de Moradores da Vila Tronco para a coordenação do Projeto Quilombos da Juventude. As denúncias se referem ao período de 2005 a 2010, nas gestões do vereador Mauro Zacher e da também vereadora e deputada eleita Julana Brizola, ambos pedetistas. No início do mês, os dois acusaram-se mutuamente, em plenário, de ter montado quadrilhas dentro da Pasta da Juventude para saquear dinheiro público.
• Confira os vereadores que compõem a CPI:
Carlos Comassetto (PT)
Mauro Pinheiro (PT)
Bernardino Vendrusculo (PMDB)
Idenir Cecchim (PMDB)
Fernanda Melchionna (PSOL)
Airto Ferronato (PSB)
João Antonio Dib (PP)
Nilo Santos (PTB)
Paulinho Rubem Berta (PPS)
Reginaldo Pujol (DEM)
Tarciso Flecha Negra (PDT)
Waldir Canal (PRB)