Política

CPI mista da Petrobras ouve ex-contadora de Youssef

Meire Poza trabalhou para doleiro preso por lavagem de dinheiro

Meire Poza trabalhou para doleiro preso por lavagem de dinheiro
Meire Poza trabalhou para doleiro preso por lavagem de dinheiro Foto : Gabriela Korossy / Câmara dos Deputados / Divulgação / CP
Com quase 45 minutos de atraso, a CPI mista da Petrobras abriu na manhã desta quarta-feira, a sessão para ouvir o
depoimento de Meire Poza, ex-contadora do doleiro Alberto Youssef. Meire já relatou, que o doleiro, preso na Operação Lava Jato, da Polícia Federal, circulava com "malas e malas de dinheiro" em esquema de lavagem de dinheiro que teria como destino políticos do PT, PMDB e do PP.

O pedido da comissão para ouvi-la foi aprovado no dia 17 de setembro. Na mesma ocasião, o colegiado também havia aprovado requerimento para ter acesso à cópia dos depoimentos de Meire Poza à Justiça Federal do Paraná.

Nos bastidores, Meire tem dito que vai contar o que sabe sobre o envolvimento de políticos com Youssef. Logo após o primeiro turno das eleições, a sala da CPI está lotada de parlamentares, assessores políticos e jornalistas.

O deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) chegou a questionar o vice-presidente da CPI, senador Gim Argello (PTB-DF), sobre o atraso e cobrou a abertura dos trabalhos, marcada originalmente para começar às 10h15.

Segundo ele, para se ouvir uma depoente, é preciso apenas da presença do presidente e do relator da CPI e mais um parlamentar, exigência cumprida. Foi aí que Gim abriu a sessão, justificando que o presidente da comissão, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), teve dificuldades para vir da Paraíba para Brasília.

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