O texto foi discutido em audiência na Câmara de Vereadores na semana passada e recebeu apoio de entidades comunitárias que contam com o aumento no número de equipes do Programa de Saúde da Família e cobrança do cumprimento de horários e jornada de trabalho pelos médicos. A proposta é considerada constitucional pelo Conselho Médico do Rio Grande do Sul (Cremers).
Segundo a prefeitura, o instituto serviria para gerenciar e ampliar as equipes da Estratégia de Saúde da Família. Os profissionais seriam contratados por concurso público e, pelo Imesf, poderiam ser substituídos temporariamente em caso de licenças. A fundação ficaria ligada à prefeitura.
Emergências
Enquanto se discute alternativas para a Saúde, as emergências dos principais hospitais da Capital seguem superlotadas. No Conceição, há 146 pessoas, onde os leitos são para 50, por exemplo. Já no Clínicas, 106 pacientes são atendidos no local que tem capacidade para 49. O Hospital São Lucas da PUC também apresenta número de pessoas acima do limite. São 31 doentes para 15 leitos. A Santa Casa atende 33 pessoas e a capacidade é para 12 na emergência do Sistema Único de Saúde (SUS). O setor que recebe convênios e particulares, há 13 pacientes para 10 leitos.