“Determinarei à Procuradoria Parlamentar da Câmara que ingresse com a interpelação judicial semana que vem, independentemente da CPI”, afirmou Cunha. Ainda na rede social, Cunha explicou que a acusação da advogada atinge a Câmara e a CPI da Petrobras. “Sua acusação atinge a CPI e a Câmara dos Deputados como um todo, devendo ela esclarecer ou ser responsabilizada por isso.”
De acordo com Eduardo Cunha, a Mesa Diretora da Câmara tem obrigação de interpelar judicialmente a advogada Beatriz Catta Preta, de modo que ela diga que tipo de ameaça sofreu e de quem as sofreu.
Com relação a entrevista da advogada citando supostas ameaças por parte de membros da CPI,independente de qualquer ação autônoma da CPI(cont
— DeputadoEduardoCunha (@DepEduardoCunha) 1 agosto 2015
A mesa diretora da Camara tem a obrigação de interpela-la judicialmente para que diga quais ameaças sofreu e de quem sofreu as ameacas.
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A sua acusação atinge a CPI como um todo e a Camarra como um todo,devendo ela esclarecer ou ser responsabilizada por issso
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Determinarei a Procuradoria Parlamentar da Camara que ingresse com a interpelação judicial semana que vem,independente da CPI
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Na entrevista ao Jornal Nacional de quinta-feira, a advogada criminalista Beatriz Catta Preta, que defendeu nove investigados pela Operação Lava Jato, da Polícia Federal, explicou que deixou os casos por se sentir ameaçada e intimidada por integrantes da comissão. Ela disse ainda que fechou o escritório e abandonou a carreira após receber ameaças “veladas” de membros da CPI, que, no dia 9, votaram a favor da convocação para ela depor no colegiado.
Nessa semana, a advogada esclareceu que a “intimidação” a ela e à família começaram depois que o empresário da Toyo Setal, Júlio Camargo, denunciou, em delação premiada, o presidente da Câmara de receber 5 milhões d dólares em propina para viabilizar contratos com a Petrobras.
Segundo ela, Camargo não tinha citado Cunha nos primeiros depoimentos por medo, mas que agora apresentou provas, como documentos, à Justiça.