O contraventor está preso desde o dia 29 fevereiro, após a Operação Monte Carlo da Polícia Federal. A Operação Monte Carlo foi desdobrada na Operação Saint Michel da Polícia Federal.
Nessa sexta, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) informou que o empresário goiano Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, não poderá ser solto, apesar do habeas corpus concedido durante a tarde. Segundo o MP, segue valendo um mandado de prisão resultante da Operação Saint-Michel, que apurou fraudes na área do transporte público no Distrito Federal.
Preso desde 29 de fevereiro, Cachoeira conseguiu um habeas corpus do desembargador Fernando Tourinho Neto, do Tribunal Regional Federal da Primeira Região (TRF). O magistrado entendeu que não há mais motivos para manter o empresário preso devido à Operação Monte Carlo, da Polícia Federal (PF), que investigou um suposto esquema de corrupção, tráfico de inflência e exploração ilegal de jogos no Centro-Oeste.
A Operação Saint-Michel foi iniciada no Distrito Federal, com material apurado na Operação Monte Carlo, quando o grupo de Cachoeira foi investigado por suspeita de fraude na licitação que selecionou o operador do sistema de bilhetagem eletrônica do sistema de transporte coletivo do DF. A operação, do MPDFT e da Polícia Civil do Distrito Federal, foi deflagrada em abril e resultou na prisão do diretor da Delta Construções no Centro-Oeste, Cláudio Abreu, entre outros envolvidos no caso.