A Operação Lava Jato, da Polícia Federal (PF), mostrou um sistema de pagamento de propina para parlamentares a partir de contratos arranjados da companhia. Preso desde junho por envolvimento nas suspeitas de corrupção e desvio de recursos e na iminência de sofrer condenações decorrentes da ação judicial, Costa decidiu fazer a delação.
Segundo o Estadão, Costa contou à PF que existiu a formação de um cartel de desvio de recursos e que os desvios teriam envolvido desde funcionários do terceiro escalão até a cúpula da Petrobras. Os políticos citados têm foro privilegiado e, por isso, o relatório enviado em segredo de justiça para a Procuradoria Geral da República.