Ao todo, 33 pessoas foram presas nesta terça-feira durante a operação Voucher da PF por suspeita de envolvimento no esquema, entre elas o secretário-executivo da pasta, Frederico Silva da Costa. Para o procurador, o convênio foi “uma grande fraude para desviar dinheiro do ministério”.
De acordo com Leal, os indícios de irregularidades foram constatados pelo Tribunal de Contas da União( TCU) e as investigações preliminares indicam que, mesmo tendo recebido o dinheiro do ministério, o Ibrasi jamais realizou os cursos de qualificação profissional previstos no convênio.
Voltado a profissionais de turismo, o treinamento deveria ocorrer no Amapá. De acordo com a PF, além de o convênio ter sido realizado sem licitação, o Ibrasi não teria condições técnico-operacionais para executar o serviço previsto.
As informações são do Portal R7