Aécio foi nomeado vice-presidente da Caixa em maio de 1985 pelo então presidente José Sarney, que herdou a presidência da República de Tancredo Neves, avô do hoje candidato tucano. Ao citar o episódio, Dilma falava sobre aparelhamento da máquina pública e havia dito que, durante governos tucanos, o então diretor-geral da Polícia Federal era um filiado ao PSDB. "Não há maior aparelhamento da máquina do que colocar na direção-geral da Polícia Federal um filiado a partido político", disse.
Ao criticar a gestão tucana, em discurso a centenas de militantes em um centro de convenções no distrito da Região Metropolitana, Dilma disse: "Dia 26 teremos uma eleição dura. O Brasil escolherá entre um projeto de crescimento ou outro que é um retrocesso? Na época do governo tucano, a fila do desemprego dava volta no quarteirão (...)." E voltou a dizer que os tucanos "quebraram o País por três vezes consecutivas", com dívidas de R$ 162 bilhões. "Nós pegamos o País quebrado e hoje somos credores. Aécio fala em choque de gestão, mas deixou à Pimentel (Fernando Pimentel, governador eleito do PT no Estado) a segunda maior dívida de todos os Estados da Federação. (...) Se eles tivessem feito nada, seria bom. O problema é que eles fizeram coisas muito ruins", emendou
Ela ainda alfinetou Aécio, questionando sua defesa do Pronatec. "Como é que ele pode falar isso, se quando o Pronatec estava nascendo ele queria matá-lo?." E disse ainda que os mineiros são "espertos, não se deixam enganar e verão o que tem por trás de uma porção de fala, que é muita mentira". E voltou a falar sobre o episódio do aeroporto em Cláudio: "Nunca construí um aeroporto em fazenda do meu tio."