A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira no plenário da Assembleia Geral da ONU que a economia brasileira é mais forte que no passado e garantiu que o país superará as atuais dificuldades, em uma defesa enérgica de sua gestão. "A economia brasileira é hoje mais forte, mais sólida e resistente que há alguns anos. Somos capazes de superar as atuais dificuldades e avançar em nosso caminho rumo ao desenvolvimento", afirmou a presidente, primeira líder mundial a falar no grande encontro das Nações Unidas em Nova Iorque.
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Dilma indicou que o Brasil está em um "momento de transição a outro ciclo de expansão econômica". “Em seis anos anos buscamos evitar que os efeitos da crise mundial se abatessem sobre nossa economia e nossa sociedade. Adotamos um conjunto de medidas e reduzimos impostos ampliando créditos e reforçando investimento e o consumo das famílias. Aumentamos os empregos e a renda nesse período. Esse esforço chegou ao limite tanto por razões fiscais internas quanto aquelas relacionadas ao quadro externo. A lenta recuperação da economia mundial refletiu negativamente no nosso crescimento”, afirmou Dilma que mostrou confiança na recuperação do país após os ajustes fiscais.
“Temos condições de superar as dificuldades e avançar na trilha do desenvolvimento. Estamos em um momento de transição para um novo ciclo de produção mais forte e duradouro”, completou.
Atingido pela pior crise econômica em anos, com o real em seu valor mais baixo da história, o governo de Dilma foi afetado por graves casos de corrupção, como o da Petrobras. "O governo e a sociedade do Brasil não toleram, nem tolerarão a corrupção. Os brasileiros querem um país no qual a lei seja o limite", declarou neste sentido.
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