No cenário internacional, Dilma marcou posição em defesa de Cuba, como já havia feito no encontro com o presidente Barack Obama. Além disso, defendeu o "Estado palestino soberano" e repudiou a possibilidade de intervenção armada na Síria e de sanções contra o Irã por causa de seu programa nuclear, como querem os Estados Unidos. Alguns desses assuntos ela já havia tratado na conversa reservada com Obama, na Casa Branca.
Oferecido pelo embaixador Mauro Vieira, o jantar reuniu 24 pessoas, entre ministros, empresários e políticos norte-americanos. Entre os convidados estavam as ex-secretárias de Estado norte-americano Condoleezza Rice e Madeleine Albright; Craig James Mundie, da Microsoft; Eric Schmidt, do Google; Zbigniew Brzezinski, ex-conselheiro nacional de Segurança do governo Jimmy Carter; o especialista em energia Daniel Yergin; os jornalistas Thomas Friedman e David Rothkopf; além de Julia Sweig, diretora-executiva para América Latina do Council on Foreign Relations.