"Aqui o emprego e a renda batem recordes históricos, nossas reservas internacionais estão mais sólidas do que nunca, o crédito continua crescendo e a inflação está sob controle. Os juros voltaram a baixar e a estabilidade da economia está garantida", avaliou Dilma.
A presidente ponderou que o conceito de independência precisa ser "renovado" para dar resposta à crise. "Temos uma grave crise econômica que cobra respostas novas para seus problemas", reconheceu. "Quando o Brasil se libertou, 189 anos atrás, o mundo passava por grandes mudanças políticas sociais e econômicas, agora também vivemos um momento de transformação. Apesar de ter a mesma raiz, a crise atual é mais complexa que aquela de 2008 da qual nós saímos muito bem", lembrou Dilma.
A crise, de acordo com a presidente, será uma oportunidade de ampliar o mercado interno. Segundo ela, o governo não vai permitir ataques à indústria nacional e aos empregos e a concorrência desleal de produtos estrangeiros. Dilma disse, ainda, que é compromisso de seu governo o investimento em infraestrutura e em programas sociais. Segundo a presidente, a situação do Brasil diante de muitos países é previlegiada, mas ela admite que "estamos aquém do que podemos e necessitamos".
Sobre as denúncias de corrupção que atingiram ministérios, ela disse que o combate à corrupção é um valor. "Um país que com o mal feito não se acumplicia jamais, e que tem a defesa da moralidade e o combate à corrupção uma ação permanente, inquebrantável".