"Falaram sobre aumentar o comércio, diversificá-lo, encontrar maneiras de favorecer um intercâmbio comercial mais intenso não apenas entre Brasil e Argentina, mas também na região, dentro do Mercosul e da América do Sul", revelou o chanceler brasileiro, Antonio Patriota.
Dilma e Cristina se reuniram ao final da Cúpula do Mercosul em Brasília, e o encontro durou cerca de três horas, envolvendo relação bilateral, investimentos, projetos de integração na áreas de infraestrutura e energia e integração no âmbito do Mercosul e da América do Sul".
Foi "uma conversa muito ampla e extremamente positiva. A ideia agora é realizar uma reunião técnica para detalhar alguns projetos que surgiram hoje até a semana de 14 a 18 de janeiro", disse Patriota. Kirchner convidou Dilma "a visitar El Calafate, sua terra natal, no final de janeiro", após a cúpula União Europeia-América Latina. As duas "vão se reunir em El Calafate com seus ministros, em um encontro onde analisarão o que foi implementado e verão como seguir adiante", destacou o chanceler argentino, Héctor Timerman.