Kadafi - que é tratado pelo Planalto como "líder da revolução líbia" - ofereceu ajuda ao Brasil, sem detalhar qual tipo de apoio poderia ser concedido. A ligação ocorreu durante reunião ministerial no Palácio do Planalto, na qual estão sendo discutidas obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e projetos de infraestrutura.
A presidente brasileira agradeceu pela solidariedade e pela oferta de ajuda de Kadafi e disse esperar encontrá-lo no próximo dia 16 de fevereiro em Lima, no Peru, onde ocorrerá a terceira reunião de Cúpula de Chefes de Estado e de Governo da América do Sul e de Países Árabes.
Com essa afirmação, Dilma confirma sua presença no evento. Segundo a assessoria do Palácio do Planalto, nenhum outro tema foi discutido durante a conversa. De Trípoli, as falas de Kadafi foram traduzidas do árabe para o espanhol e, em Brasília, do espanhol para o português, seguindo fluxo inverso nas falas de Dilma ao líder da Líbia.