As informações são da agência oficial de notícias da Argentina, a Telam. A agenda preliminar de Dilma indica que a presidenta também deverá ir ao Peru, em fevereiro, e ao Uruguai em março. A política regional na América do Sul e no Caribe será uma das prioridades da área externa neste governo, de acordo com Patriota.
Na Argentina, o chanceler do país afirmou afirmou que as negociações na área comercial devem predominar nas conversas entre Cristina Kirchner e Dilma. “Os dois governos vão trabalhar para superar os desequilíbrios comerciais", disse Timerman, que faz uma viagem a vários países do Golfo Pérsico.
O embaixador da Argentina no Brasil, Juan Pablo Lohlé, disse que a tendência é que a conversa entre as duas presidentas resulte em definições que levem “à continuidade em certas coisas e a mudanças em outros", mas não detalhou essas discussões.
"Em Buenos Aires houve alguns que criticaram a presidente brasileira que, em seu discurso, não mencionou a Argentina. Mas eu acho que essa é a visita de Dilma a Buenos Aires é a melhor resposta. É a resposta mais concreta, que está mostrando que a Argentina está na agenda de prioridade de Dilma Rousseff, a conclusão estará na próxima viagem ao nosso país", disse Lohlé.
Ainda neste semestre, Dilma pretende ir aos Estados Unidos para a primeira reunião com o presidente norte-americano, Barack Obama. Também está prevista a ida à Bulgária, em uma visita que deve ser mais afetiva do que política, pois lá estão os parentes do pai da presidenta, Petar Rousseff, que migrou para o Brasil.