Representantes de vários partidos prestigiaram o evento, à exceção do PT. O chamado para o representante da sigla foi feito nos microfones, assim como havia ocorrido com os demais partidos. Porém, um silêncio constrangedor tomou conta da casa de eventos, onde foi realizada a festa.
Antes, em entrevista coletiva, Campos abordou o possível rompimento da esquerda citado pelo governador Tarso Genro, Ele optou por não responder a Tarso e afirmou que prefere tratar do assunto pessoalmente com o chefe do Executivo gaúcho durante encontro marcado para a manhã desta terça-feira.
O socialista também se posicionou a respeito da necessidade de retomar o crescimento do país. “O Brasil precisa voltar a crescer. Construímos um grande patrimônio nos últimos anos, de estabilidade econômica e de geração de 20 milhões de empregos. Temo sim, pela inflação, mas o que precisamos em 2013 é uma pauta que anime os investimentos privados”, argumentou.
Ele também declarou que o Brasil precisa desburocratizar os processos de investimento público. “Precisamos de um debate menos eleitoral e mais político, pensando nas próximas gerações. Caminhamos muito nas últimas décadas, mas ainda não foi o bastante”, ponderou, acrescentando que os gaúchos, como os pernambucanos, conseguem enxergar o futuro porque sabem como foi duro construir o país.
“O PSB não fará uma opção eleitoral, faremos uma opção política. O Brasil precisa saber como vai sair da maior crise do capitalismo mundial. E esse debate está sendo feito e vai além da eleição. Precisamos saber qual Brasil queremos para as próximas gerações. A escolha de partido A ou B é menor, é medíocre, comparando ao sonho do povo”, provocou o governador socialista.
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