"Temos que discutir a estrutura de carreira dos servidores, a previdência do Estado. Atualmente a folha de pagamento compromete grande parte dos recursos, então, é necessário reavaliar este modelo. O plano de carreira do RS é anterior a Constituição de 1988". Leite disse ser a favor da privatização da Sulgás, CEEE e CRM, estatais que estão em xeque em razão da necessidade de um plebiscito para que seja autorizada a negociação. O candidato tucano, porém, fez a ressalva de que a Fundação de Economia e Estatística (FEE) deveria ter sido mantida.
O candidato defende a prorrogação por dois anos das alíquotas de ICMS para que o governo que entre tome real conhecimento real das finanças do Estado e assim elaborar um plano de ação para equilibrar as contas. Com um discurso técnico, o postulante ao Piratini falou em revisão de estrutura do Estado, avaliar secretarias e servidores baseados em critérios objetivos e reduzir a burocracia. Eduardo diz que não cabe mais o "esforçado não ser recompensado e o relapso não ser punido." Sobre os salários, ponto central destas eleições ao governo, Eduardo Leite se comprometeu em colocar em dia já no primeiro ano de governo. "Reconheço a dificuldade financeira do Estado, mas é possível e sem alterar a data de pagamento."
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