De acordo com a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, vários fatores podem ter influenciado essa redução. “Os tribunais foram firmes para gastar só o que podiam. Não que as outras gestões não tivessem feito isso, mas, desta vez, houve um planejamento diferente”, disse a ministra.
Entre os fatores citados, estão a instalação de comitês de representação das polícias nos tribunais locais, logística mais apurada no transporte de urnas e na substituição de aparelhos defeituosos, participação de milhares de mesários voluntários e a votação pelo sistema biométrico. “A eleição é uma operação complicada, grandiosa. Quanto mais se informatiza, a tendência é baixar os custos”, explicou Cármen Lúcia.