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Campanhas de Flávio e Lula aceitam abrir sigilos e liberação agora depende de Mendonça

Documento foi motivo de embate entre os representantes dos candidatos no TSE

Documento foi motivo de embate entre os representantes dos candidatos no TSE
Documento foi motivo de embate entre os representantes dos candidatos no TSE Foto : NELSON ALMEIDA / AFP / CP

A campanha do candidato à presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) acordou entregar até às 23h59 de hoje as autorizações para as quebras de sigilo bancário e telefônico pessoais e de empresas ligadas ao senador. O acordo foi anunciado nesta quinta-feira após embate entre as campanhas no TSE (Tribunal Superior Eleitoral). As informações são do Portal R7.

Quando chegou, a campanha de Flávio disse que apenas liberaria os dados do candidato quando tivessem analisado os do presidente Lula. Quem é o responsável por essa análise é o senador eleito Deltan Dallagnol. A condição, no entanto, não foi aceita pela equipe do petista.

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A petição assinada pelas equipes prevê que os dados sejam amplamente divulgados, de forma simultânea, em um portal de transparência do governo federal. “Como nós fizemos o desafio, trouxemos o documento já assinado pelo presidente Lula. Eles demoraram, colocaram uma série de condicionantes em relação à empresa Alcazar que tem relação Willer Tomaz”, explicou Camilo Santana, um dos coordenadores da campanha de Lula.

Segundo ele, Flávio não queria divulgar os dados dessa empresa. Após a autorização da quebra de sigilo, são necessárias decisões do ministro André Mendonça para que os órgãos competentes levantem os dados.

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